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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

CONSTRUÇÃO DE UM AMBIENTE DE APRENDIZAGEM


SÉRGIO FERRAZ DE LIMA - FEVEREIRO DE 2014.



O problema que quero examinar, nesse texto, está ligado à construção de um ambiente de aprendizagem que cultive de modo natural o mérito acadêmico e proporcione aprendizagem mais adequada aos alunos na Educação Superior.

Para uma introdução ao assunto, pode-se entender aprendizagem como o modo que os seres adquirem novos conhecimentos, desenvolvem competências e mudam o comportamento. Enquanto, ambiente tem como definição: - o conjunto das substâncias, circunstâncias ou condições em que existe determinado objeto ou em que ocorre determinada ação (WIKIPÉDIA, 2014).

Juntando os dois termos, se pode dizer que um ambiente de aprendizagem é um conjunto de condições e/ou circunstancias onde acontece à aprendizagem, em outras palavras, o processo de aprendizagem estaria envolvido por certas circunstâncias e/ou condições que facilitariam a mesma.

Na verdade a aprendizagem é sempre uma modificação no sujeito, vide as teorias de Piaget, Vygotsky, Maturana e Varela, Freire, etc. O que vamos analisar é se os ambientes podem proporcionar condições que facilitam esse processo.


A escola do ano 2000 imaginada pelos ilustradores franceses Jean Marc CotÍ e Villemard em 1899.

O desenho que predominou no século XX e estendeu-se para o século XXI, de ambiente de aprendizagem, é a escola e a sala de aula, para Martins apub Vítor Teodoro (2014).

  • A escola adoptou das igrejas o estrado e o púlpito e o professor, à semelhança do padre, começou a transmitir, expositivamente, a informação aos alunos, que a recebem de uma forma passiva. Ensina-se o grupo e não o indivíduo, o que, muitas vezes, leva a que alguns jovens não compreendam o que está a ser ensinado e percam o interesse: Há 50 anos, as pessoas repetiam as orações em latim e não percebiam o que estavam a dizer. Hoje, acontece o mesmo com os alunos.


Esse formato, mesmo acrescido “modernidades”, por exemplo, recursos da tecnologia da informação vêm demonstrando, pelas avaliações nacionais, ENADE, CPC, IGC, etc., que a “taxa de conversão” entre o ensinado e o aprendido é baixa.

A questão a ser investigada tem como foco as características de um ambiente universitário de aprendizagem que tornem a aprendizagem mais efetiva.

Para elaborar essa análise e fazendo analogia com a ecologia, busco, em primeiro lugar, a relação entre as características que permitem o bom funcionamento dos ambientes (ecossistemas), com as características dos ambientes de aprendizagem. Na sequencia, coloco atenção na questão do uso das tecnologias digitais.

SEGUINDO OS ECOSSISTEMAS


  
Na questão ecológica de modo geral e em particular para a economia ecológica, a estabilidade futura dos ambientes naturais, depende das funções ecológicas preservadas, ou seja, da capacidade do meio ambiente oferecer recursos naturais e serviços para o funcionamento do sistema econômico e a absorção dos rejeitos gerados pelo sistema, mostrando em que medida as restrições ambientais, podem ou não, constituir limites ao crescimento econômico.

Segundo Pinto (2001, p. 67), a ecologia, na década de 30, passa a receber o “status” de ciência. É definida como a investigação das relações totais do animal, tanto em seu ambiente orgânico como inorgânico, ou como a ciência que se dedica ao estudo das relações entre seres vivos e seu ambiente natural; ou, ainda, o estudo da dependência e da interação entre sistema biótico (vivo) e abiótico (não vivo) da terra. Essa interação se dá obedecendo a dois princípios, segundo Giannetti (1997, p. 15): “as duas exigências fatais da natureza: manter-se vivo e reproduzir a vida. Se o ambiente é muito favorável à proliferação dos seres vivos, existem modificações, que alteram a seleção, ficando mais rigorosa, a nota de corte aumenta”. Esses princípios passam pelo conceito de capacidade de carga, referindo-se que o crescimento real das populações está limitado pelos componentes do ecossistema tais como o espaço, os alimentos, os predadores e as relações da população com outros componentes do sistema.

Um ambiente então deve possibilitar que as necessidades de certa população sejam abastecidas.

Com essa afirmação e fazendo analogia com ambientes de aprendizagem, podemos perguntar: Quais seriam os princípios e as condições que facilitariam o processo de aprendizagem?

Pensemos no problema da população, qual é o número ideal de pessoas em um ambiente, para que ocorra o processo de aprendizagem? Ou, que tipo de recursos deve estar à disposição para a aprendizagem ser mais eficiente?

Juntando o formato da sala de aula, que tem limites quanto à população atendida e da ecologia com o conceito de capacidade de carga, a solução encontrada pela sociedade, segundo Wilson (1999, p. 279) está na tecnologia: “os melhores esforços da humanidade incluirão todas as panaceias tecnológicas (grifo meu) para um planeta superpovoado que a genialidade consiga conceber”, em outras palavras, a aposta em novas tecnologias é fundamental para superarmos esses gargalos, no caso o da população crescente.

Pegando essa ideia, da solução na tecnologia, os ambientes de aprendizagem precisam ter na tecnologia um dos seus principais aliados. Aqui reside duvidas que tipo de tecnologia para que os ambientes de aprendizagem precisam para serem mais efetivos?

A tecnologia tem entrado nos ambientes escolares, ainda dentro do modelo clássico, com um papel complementar, sendo assim, levou a muitas IES a seguir o caminho da superficialidade, se “enfeitou” aulas com PowerPoint, registros com o processamento eletrônico das informações, “laboratórios” de informática, Data – show nas salas de aula, etc. Outras deram um passo adiante, criaram Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVA), mas tentando reproduzir as salas de aula “presenciais” inclusive na montagem das aulas, - parte expositiva, exercícios, com a possibilidade de acrescentar filmes, slides, etc.

Segundo Gerstein (1994, p. 6), a arquitetura organizacional (ambiente de aprendizagem) deve se concentrar não só na adequação entre a organização e seu ambiente, como também na harmonia entre elementos constituintes do projeto, ou seja, a arquitetura organizacional pode ser definida como a arte de modelar o espaço organizacional para satisfazer necessidades e aspirações humanas.

Porém, sem aprofundar as questões que a complexidade exige; - para dar respostas de como dominar conteúdos, desenvolver competências e habilidades para a sociedade do século XXI. Problemas que são causas de uma baixa aprendizagem, como por exemplo, - o ensino a grupos e não por individuo; - os problemas do espaço, a exigência da presença física, continuam sem indicativos de solução.

Segundo o UOL Educação (25.04.2011), na pesquisa sobre população com diploma universitário o Brasil ficou em último lugar entre os emergentes. Os números se referem a 2008 e indicam que apenas 11% dos brasileiros nessa faixa etária têm diploma universitário. Entre os países da OCDE, a média (28%) é mais do que o dobro da brasileira. Na mesma reportagem, o secretário de Ensino Superior do MEC (Ministério da Educação), Luiz Cláudio Costa, diz que o próximo PNE (Plano Nacional de Educação) estabelece como meta chegar a 33% da população de 18 a 24 anos matriculados no ensino superior até 2020.

Grande parte da tecnologia necessária para atingir essa meta, fazendo frente à complexidade da educação do século XXI, pode ser sintetizada em dois conceitos.


Aprendizagem customizada que se baliza pela possibilidade de adquirir conhecimentos e desenvolver competências, levando-se em conta as características de cada aluno, para uma melhor aprendizagem;


Presença virtual, que para Demo (2014), estabelecimento da presença – a web 2.0 permite modos mais criativos e contributivos de presença virtual, para além dos perfis das redes sociais, por conta de sua potencialidade autoral; a presença mais importante, naturalmente, é a de cunho autoral, individual e coletivo, fomentando modos muito diversificados e cooperativos de participação.



O ambiente mais promissor para desenvolver esses conceitos é onde possa ocorrer a educação digital e não educação à distância, pois como explica Nepomuceno (2014) foi à tecnologia da escrita que possibilitou à conversa a longa distância:

  • Toda revolução cognitiva é marcada pelo surgimento de novas tecnologias que reabrem o canal horizontal de troca entre as pessoas. O mundo oral – criou a conversa; A escrita (e depois a impressa) potencializou a conversa a longa distância; (grifo meu) A mídia de massa – verticalizou e concentrou a difusão de ideias; A comunicação digital – cria, de novo, o espaço horizontal, em um momento de primavera da comunicação, resgatando conversas perdidas. (NEPOMUCENO, 2014, b)



Na afirmação acima, é a escrita que possibilitou à conversa a longa distancia, concordo uma vez que quando se estuda (se dialoga) por livros dificilmente o autor, principalmente se for um clássico, estará presente, essas “conversas” sempre se dão em lugares ou tempos diversos.

Faço esse alerta, pois como trabalhamos com conceitos, e como alerta Fourez (1995, p. 231) esses são utilizados quando se tratar de precisar uma noção em um determinado paradigma, ou seja, algo construído. Aceitando que essa representação só possui sentido no contexto em que ela se revela útil.

Se tentarmos dar dinâmica ao conceito de educação à distância vamos esbarrar na forma que está caracterizado no Brasil, pois na definição de educação a distancia dada pelo Decreto Presidencial nº 5622, de 19 de dezembro de 2005 está assim explicitado:

  • Art. 1o Para os fins deste Decreto, caracteriza-se a educação a distância como modalidade educacional na qual a mediação didático-pedagógica nos processos de ensino e aprendizagem ocorre com a utilização de meios e tecnologias de informação e comunicação (grifo meu), com estudantes e professores desenvolvendo atividades educativas em lugares ou tempos diversos.



Ora, se a utilização de meios e tecnologias de informação e comunicação entre estudantes e professores desenvolvendo atividades em lugares ou tempos diversos, é a característica principal da educação a distancia, como fica a utilização na educação presencial de tais meios?

Penso que essa separação mais prejudica do que ajuda, o que importa na educação é a qualidade, ou seja, se o aluno aprende bem ou não. O MEC quando credencia as IES deveria dar autonomia para a utilização de todos os meios possíveis para melhorar a aprendizagem e acabar com esse apartheid.

Retornando a questão do ambiente de aprendizagem e o uso das tecnologias, tendo na educação digital o seu apoio, para acionar os dois conceitos entendidos como fundamental: - aprendizagem customizada e presença virtual, se questiona como customizar os conteúdos e o desenvolvimento de competências e habilidades para cada aluno?




APRENDIZAGEM CUSTOMIZADA


No modelo atual do ensino superior brasileiro temos dois sistemas dominantes de organizar o currículo de um curso:

1. Sistema seriado - entendido como a organização de um currículo em que as atividades e disciplinas teóricas ou práticas são distribuídas em blocos solidários, realizados num determinado período de tempo chamado de série (INEP, 2006);

2. Sistema de créditos – entendido como a organização de um currículo em que as disciplinas teóricas ou práticas são independentes. Embora, organicamente relacionadas (algumas podem se constituir em pré-requisitos de outras), cada uma correspondendo a um determinado número de créditos ou horas-aula semanal que, quando somados, deverão integralizar o número de créditos exigidos para a conclusão do curso. Usualmente, os sistemas de créditos oferecem mais flexibilidade na formação, compartilhando disciplinas com vários cursos e facilitando a transferência do aluno de um curso para outro (INEP, 2006).

Com uma simples leitura dessas definições somos capazes de notar que um processo de customização (adaptar currículos as necessidades de aprendizagem dos estudantes) o sistema de créditos possui maior potencialidade.

O sistema de créditos é um meio pelo qual, baseando-se no que é comum - o trabalho exigido do estudante para a aquisição do conhecimento - tornam-se comparáveis, entre si, as diversas disciplinas, malgrado as diferenças do conteúdo, metodologia do ensino etc.(indicação nº 4 CFE/71).

Com a opção pelo sistema de credito, incorporamos o conceito de disciplina optativa, e a estrutura organizacional de um curso poderá ser definida com disciplinas obrigatórias e as optativas em períodos de aconselhamento, o que não implica obrigação de o aluno cumpri-las na ordem apresentada, exceto na existência de pré-requisitos.

No sistema de créditos, a flexibilidade é maior, os alunos elaboram o seu projeto de aprendizagem juntamente com um professor. A alocação se dá em disciplinas do curso que estão sendo ofertadas em toda a instituição. A principal mudança ou ganho é que a unidade de gestão passa a ser o aluno e não mais a série.

As disciplinas de todos os cursos estarão abertas a qualquer aluno que demonstre estar interessado e habilitado a cursá-las. Os componentes curriculares serão organizados não por série, mas por nível de importância e profundidade que o aluno quer alcançar naquela área do conhecimento.

O sistema de credito é a base para customizar o curso aos anseios do estudante, possibilitando a montagem de uma matriz curricular individualizada, que tenha os conteúdos necessários para o exercício de uma profissão, com áreas de interesse pessoal em destaque. Além disso, essas escolhas podem suprir alguma deficiência de conhecimentos à aprendizagem (nivelamento), pois o aluno pode matricular-se em matérias básicas, contando como credito.

Implícita a esta ideia está à pretensão de construir a autonomia do estudante fazendo a sua própria trajetória e dedicando-se a assuntos de maior interesse para a sua vida pessoal e profissional.

A grande dificuldade encontrada para aplicação do sistema de credito era elaborar currículos que pudessem rapidamente cumprir com duas premissas: os interesses específicos dos alunos e a alocação nas disciplinas ofertadas. Mas, com as novas tecnologias, principalmente com a facilidade de processamento de informações em tempo real, ganhou-se a agilidade necessária para cumprir a customização, ou seja, pode-se rapidamente montar uma matriz curricular cruzando as variáveis necessárias para um melhor aproveitamento dos recursos pedagógicos disponíveis.

Portanto, a viabilidade desse sistema está vinculada ao aproveitamento intensivo das novas tecnologias, tanto na parte administrativa (montagem do currículo, matriculas, etc.) como na acadêmica (construção de ambientes virtuais que promovem aprendizagem, atividades que proporcionam feedback imediato sobre sua performance, etc.).

FREQUÊNCIA - PRESENÇA VIRTUAL


Uma das grandes discussões na educação superior é sobre a obrigatoriedade da frequência. Transcrevo as orientações constantes do site do MEC/SESu – Secretaria de Educação Superior sobre o assunto:

  • Frequência - A frequência do aluno aos cursos de graduação é obrigatória?
  • R.: O art. 47, § 3º, da Lei das Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, dispõe que é obrigatória a frequência de alunos e professores, salvo nos programas de educação a distância, que se regem por outras disposições. Não existe legalmente abono de faltas. É admitida, para a aprovação, a frequência mínima de 75% da frequência total às aulas e demais atividades escolares, em conformidade com o disposto na Resolução nº 4, de 16/9/86, do extinto Conselho Federal de Educação.


Notem que a LBD é de 1996 e o art. 47, & 3º está em conformidade com o disposto na Resolução nº 4 de 16/9/86 (grifo meu) do extinto Conselho Federal de Educação. A ressalva no referido artigo é para a educação a distancia. Em outras palavras, a questão da frequência física as instituições de educação superior estão baseadas em pressupostos do século passado. Penso que a questão da frequência física é um dos principais problemas a ser enfrentado se quisermos nos preocupar com a aprendizagem e não somente com ritos.

O contexto mudou hoje a dificuldade de mobilidade na maioria das cidades é enorme, marcar um “encontro” todos os dias no mesmo horário e local físico beira a insanidade.



Existem vários ganhos da utilização da educação digital, inclusive na questão ambiental como descrevi (LIMA, 2003): Olhando o problema na sua complexidade, e juntando educação ambiental, educação a distancia (digital) e o maior poluidor das cidades, o transporte, as políticas que devem receber o incentivo por parte do governo, deveriam ir ao encontro dessa problemática. Em outras palavras, o governo deveria induzir as instituições de ensino superior, uma vez que é onde reside o maior número de usuários dos diversos tipos de transporte, a transformarem seus cursos em cursos a distancia (digital). É lógico que seria necessário desenvolver material didático para esse formato, campo muito pouco explorado no Brasil, constituindo-se, hoje, como uma simples reprodução das aulas presenciais em meios eletrônicos.

A formação a distância (digital) que, no futuro poderia ser incorporada à vida profissional do educando, possibilitar-lhe-ia desempenhar várias de suas tarefas por meios eletrônicos, utilizando vídeos, conferências, salas de reuniões virtuais e outros mecanismos. A capacitação do cidadão para o uso desses meios traria substancial ganho para o sistema viário, que tiraria uma boa quantidade de carros da circulação, principalmente no horário de pico.

Quem deve mensurar a necessidade da presença física, para debates, esclarecimentos, aprofundamento teórico é o professor.

O professor continua tendo um papel estratégico na formação de seus alunos, como lembra Demo (2014): - Papel fundamental docente é preparar, organizar e coordenar ambientes virtuais de aprendizagem, nos quais se possam garantir oportunidades efetivas de aprender bem, através de pedagogias da problematização, pesquisa e elaboração, autoria e autonomia.

Como mencionado acima e segundo Demo (2014) o estabelecimento da presença na Educação Digital (web 2.0) permite modos mais criativos e contributivos de presença virtual, para além dos perfis das redes sociais, por conta de sua potencialidade autoral; a presença mais importante, naturalmente, é a de cunho autoral, individual e coletivo, fomentando modos muito diversificados e cooperativos de participação (grifo meu).


CONCLUINDO

A construção de um ambiente de aprendizagem para fazer frente aos desafios do século XXI necessita estar de mãos dadas com a tecnologia, explorando ao máximo a educação digital. Para isso é fundamental uma especial atenção aos conceitos de aprendizagem customizada, onde o aluno é a unidade de gestão da aprendizagem e não mais a série ou turma e da presença virtual, onde a frequência pode assumir vários arranjos mais efetivos na busca de uma melhor aprendizagem dos alunos. Nesse ambiente de aprendizagem o papel do professor continua estratégico, possibilitando aos alunos que se tornem críticos e autocríticos, qualidades decisivas para atuação como profissional e cidadão.

REFERENCIAS:

DEMO, P. Educação digital: achegas práticas. Alter 26. Disponível em: http://pedrodemo.blogspot.com.br/. Acesso em 05.02.2014.
GERTEIN, Marc S.; NADLER, David A.; ; SHAW Robert B. Arquitetura Organizacional. Rio de Janeiro: Campus, 1994.
GIANNETTI, E. Autoengano. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.
LIMA. S.F. Relação entre desenvolvimento e meio ambiente: a incorporação da questão ambiental no processo de desenvolvimento. 179 f. Tese (Doutorado em Meio Ambiente e Desenvolvimento). Curitiba: Universidade Federal do Paraná, 2003.
MARTINS, C.  Quando a escola deixar de ser uma fábrica de alunos. Disponível em: https://www.publico.pt/temas/jornal/quando-a-escola-deixar-de-ser-uma-fabrica-de-alunos-27008265. Acesso em: 20.02.2014.
NEPOMUCENO, C. O reencontro digital.  Disponível em : www.nepo.com.br. Acesso em 05.02.14b.
NEPOMUCENO, C. Por que não inovamos? Disponível em: www.nepo.com.br. Acesso em 30.01.14a.

PINHO NETO, D. Estratégia brasileira em perspectiva internacional. Disponível em: «www.bndes.gov.br/conhecimento/livro/plametas.pdf» acesso em: 12 01.2003.

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